sábado, 16 de maio de 2009

Sobre as impertinentes críticas da Anistia Internacional

Aos hipócritas:

A Anistia Internacional, sempre que pode, questiona a política de segurança pública brasileira, tendo como epicentro dos seus assaques o Estado do Rio de Janeiro, o seu governante e a polícia. Ignora descaradamente a existência de quadrilhas formadas nas favelas em grupos paramilitares treinadíssimos e armados com fuzis de última geração, muitos dos quais fabricados pelos países dos quais esses críticos ou são nativos ou por eles sustentados. Não é diferente o caso de Tim Cahill, filho da famosa Grã-Bretanha do Ultimatum a Portugal, em 11 de janeiro de 1890; aliás, mesma Grã-Bretanha precursora de colonizações a muque de muitos povos para explorar suas riquezas. É esse inglês que hoje solta o seu boquirroto historicamente ilegítimo em nome da Anistia Internacional, esquecendo-se de sua origem merecedora de apupos.

Melhor resposta que se pode dar a esses abutres alienígenas que jamais viram um corpo de policial estraçalhado por armas que os países “baluartes dos direitos humanos” fabricam, é copiar um segmento de texto do saudoso jornalista Evandro Carlos de Andrade, que serve de perfeita alegoria a indicar uma realidade que não pode ser apagada da História da Humanidade:

“... Esses povos que agora gritam sua indignação pelo tratamento que damos aos índios são os cruéis dizimadores de ontem, a começar pelos americanos, que nos mostravam, no seu cinema das décadas de 20 a 50, como eram heróicos ao devastarem o território de navajos, sioux, comanches, apresentando-nos os habitantes lá encontrados como facínoras a serem trucidados, com justiça, por bravos generais custers... E os corajosos ingleses, que fizeram eles para conquistar os imensos territórios da África e da Ásia? E os franceses na Argélia, no Marrocos, na Indochina? Exterminadores, todos, sempre que a conquista se viabilizou através do extermínio. Hipócritas. Hipócritas espertos, esses gringos, porque conseguem nos constranger com culpas de antepassados, tão ou menos graves do que as cometidas pelos avós deles. Mas não porque sejam bonzinhos. Estão de olho no que é nosso...”

E apresentar a essas aves de rapina uma foto de PM morto por fuzis de suas moderníssimas fábricas ainda em pleno funcionamento e sem critério para lucrar:





É o que basta!!!!

Um comentário:

Sérgio disse...

ACREDITO QUE ESTE VÍDEO QUE O SENHOR CORONEL JÁ CONHECE CORROBORA COM A POSTAGEM.

http://www.youtube.com/watch?v=nkYxEAncr5w&feature=channel_page