Postei o comentário no artigo referente, mas achei pouco. Um testemunho como este, gravado com lágrimas de sofrimento de quem perdeu entes queridos que vestiam a farda da corporação, honrando-a, não pode ser guardado e em escaninho tendente ao rápido esquecimento. Não conheço a autora e nem nome ela precisaria ter. O seu texto fala por si e vai à reflexão dos leitores na íntegra (sic):
"NEIDE deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A eternidade do crime II":
Graças a Deus ainda temos o privilégio de poder contar com seres humanos realmente preocupados com a dignidade e os seus direitos sem ter que lutar por eles, por um mundo melhor onde se possa andar nas ruas, a qualquer horário sem receio do que possa nos acontecer, sabendo que hoje em dia os direitos humanos só se fazem presente para aquele que não o faz por merecer. Se um policial mata um bandido, ele ainda responde judicialmente pelo seu ato, mas, quando o fato ocorre ao contrário, nada se faz. Acham que uma simples cerimônia onde armas são disparadas ao chão, fossem apagar dos corações dos seus familiares a mancha negra da revolta e da impunidade desses indivíduos que na minha opinião não podem e não devem ser chamados de seres humanos. não é admissível que simplesmente se receba um aperto de mão de pêsames dos que fazem parte da bancada superior. E o pior de tudo, é que esse gesto se tornou um hábito onde esse superior, saindo dali, volta a sua rotina como se nada houvesse ocorrido de anormal. Mas o coração daqueles que ficam, quando muitas vezes já não é a primeira vez que esse episódio acontece em sua família, de se perder um irmão de farda, esse coração jamais terá o mesmo rítmo cardíaco. Fico pensando se vale a pena viver assim, com medo de enfrentar a realidade e partir para uma conquista a qualquer custo e uma tentativa de mudança, pois, se continuar desta maneira, haverá o dia em que só poderemos sair as ruas com a permissão dos bandidos.
Direitos humanos sim mas, para aquele que realmente lutou, fez valer o uso da farda enquanto vivo, porque a farda militar foi criada para podermos distinguir o bandido do policial. Apesar de já ter perdido dois irmãos de farda em exercício da sua profissão, continuo acreditando que existem homens de bem que não desistiram de honrá-la e o demonstram no seu dia a dia. O joio apesar de crescer no meio do trigo, ele tem de ser estirpado para que não o impeça de crescer e dar o seu fruto. Só peço que esses policiais do bem, não desistam, continuem a sua luta, pois, se desistirmos, estaremos dando a certeza a esses meliantes de que a honra já não vale mais nada e eu digo que quando se perde a honra, se perde tudo na vida. Tenho o prazer de conhecer policiais que me fazem lembrar muito do meu irmão Rodrigues que foi assassinado em 2003, próximo ao Maracanã e devo dizer que esse fato veio a acarretar o falecimento do nosso pai, 04 meses depois devido ao desgosto e ao choque que foi muito forte para o seu coração já numa idade de 85 anos e que perdera a companhia de minha mãe 02 anos antes, Em momento nenhum recebemos contato algum com os senhores responsáveis pelos tais direitos humanos que a meu ver a ao ver da maioria da população, só funciona para quem comete delitos mortais.
Sempre peço a Deus que ponha seu escudo a frente dos nossos verdadeiros defensores da lei nesse país que são os nossos POLICIAIS.
OBRIGADO A TODOS VOCES. SARGENTO CREAZOLA, QUE DEUS TE ILUMINE SEMPRE POR ONDE CAMINHARES, QUE SÃO JORGE TE PROTEJA COM SEU ESCUDO E SUA LANÇA E QUE SÃO JERÔNIMO TE AJUDE SEMPRE A FAZER JUSTIÇA POR TODOS OS DIAS DE TUA VIDA. CONTE COM A MINHA ADMIRAÇÃO, O MEU CARINHO, AGRADECIMENTO E AMIZADE.
DEUS VOS PROTEJA SEMPRE.
"NEIDE deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A eternidade do crime II":
Graças a Deus ainda temos o privilégio de poder contar com seres humanos realmente preocupados com a dignidade e os seus direitos sem ter que lutar por eles, por um mundo melhor onde se possa andar nas ruas, a qualquer horário sem receio do que possa nos acontecer, sabendo que hoje em dia os direitos humanos só se fazem presente para aquele que não o faz por merecer. Se um policial mata um bandido, ele ainda responde judicialmente pelo seu ato, mas, quando o fato ocorre ao contrário, nada se faz. Acham que uma simples cerimônia onde armas são disparadas ao chão, fossem apagar dos corações dos seus familiares a mancha negra da revolta e da impunidade desses indivíduos que na minha opinião não podem e não devem ser chamados de seres humanos. não é admissível que simplesmente se receba um aperto de mão de pêsames dos que fazem parte da bancada superior. E o pior de tudo, é que esse gesto se tornou um hábito onde esse superior, saindo dali, volta a sua rotina como se nada houvesse ocorrido de anormal. Mas o coração daqueles que ficam, quando muitas vezes já não é a primeira vez que esse episódio acontece em sua família, de se perder um irmão de farda, esse coração jamais terá o mesmo rítmo cardíaco. Fico pensando se vale a pena viver assim, com medo de enfrentar a realidade e partir para uma conquista a qualquer custo e uma tentativa de mudança, pois, se continuar desta maneira, haverá o dia em que só poderemos sair as ruas com a permissão dos bandidos.
Direitos humanos sim mas, para aquele que realmente lutou, fez valer o uso da farda enquanto vivo, porque a farda militar foi criada para podermos distinguir o bandido do policial. Apesar de já ter perdido dois irmãos de farda em exercício da sua profissão, continuo acreditando que existem homens de bem que não desistiram de honrá-la e o demonstram no seu dia a dia. O joio apesar de crescer no meio do trigo, ele tem de ser estirpado para que não o impeça de crescer e dar o seu fruto. Só peço que esses policiais do bem, não desistam, continuem a sua luta, pois, se desistirmos, estaremos dando a certeza a esses meliantes de que a honra já não vale mais nada e eu digo que quando se perde a honra, se perde tudo na vida. Tenho o prazer de conhecer policiais que me fazem lembrar muito do meu irmão Rodrigues que foi assassinado em 2003, próximo ao Maracanã e devo dizer que esse fato veio a acarretar o falecimento do nosso pai, 04 meses depois devido ao desgosto e ao choque que foi muito forte para o seu coração já numa idade de 85 anos e que perdera a companhia de minha mãe 02 anos antes, Em momento nenhum recebemos contato algum com os senhores responsáveis pelos tais direitos humanos que a meu ver a ao ver da maioria da população, só funciona para quem comete delitos mortais.
Sempre peço a Deus que ponha seu escudo a frente dos nossos verdadeiros defensores da lei nesse país que são os nossos POLICIAIS.
OBRIGADO A TODOS VOCES. SARGENTO CREAZOLA, QUE DEUS TE ILUMINE SEMPRE POR ONDE CAMINHARES, QUE SÃO JORGE TE PROTEJA COM SEU ESCUDO E SUA LANÇA E QUE SÃO JERÔNIMO TE AJUDE SEMPRE A FAZER JUSTIÇA POR TODOS OS DIAS DE TUA VIDA. CONTE COM A MINHA ADMIRAÇÃO, O MEU CARINHO, AGRADECIMENTO E AMIZADE.
DEUS VOS PROTEJA SEMPRE.


























